domingo, 30 de junho de 2013

Obscuridão paranóia * obscurity paranoia

Eu tento fugir deles
Mas eles estão sempre comigo
Digna de uma imensa fúria e amor de seguidores que me querem entre eles
Terão que ter paciência
Eu voltarei até eles
Não consigo viver sem isso
Cabeças e pensamentos que perturbam e me excitam
Delirar é um ato de amor e de reviver o passado
Há mil anos atrás eu estava aqui
Mostrando quem eu realmente sou.
Produto de mentes doentias criativas e perversas.
Ouço vozes que não se falam
Não se cruzam mas que minha mente inventa possui e existe
Metamorfoses existentes em fases que se recriam a cada 100 anos.
Eu morri revivi
 Estou aqui
 Como a mesma
Com os mesmo s desejos e intenções

Que só o lado oculto entenderia.

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