segunda-feira, 15 de abril de 2013

ELO PERDIDO - new york times - crazy from loneliness and missing links


Busco respostas que não podem ser respondidas por qualquer um
Busco a luz e só vejo pedaços de sonhos espalhados
por todo o chão 
como sonhos quebrados em mil destroços
Lembranças de um tempo esquecido
Marcas de um tempo perdido
Olhos santos que não me enxergam
Existencias perdidas em busca de um falso tesouro
Virtudes que nos contemplam mas não acompanham
Mãos que se rebatem em minha alma
Sempre uma puxa em contra direção a outra
Não sei que rumo tomar
Me vejo perdida como se tivesse com 18 anos outra vez
Me sinto com Einstein ou Fiodor Dost.
Que só revelaram seu valor e tiveram reconhecimento 
quando ele morreram
Só teve reconhecimento em morte
Desparates me entontecem
Argumentos já não me convencem
Tantas loucuras passam em minha mente
Seria impossível explicar
Dilaceram minha razão
Hostis e falsas utopias se confudem
Rituais jamais vistos mas vislumbrados
Loucura.
Loucura é pouco
Sinto-me como se estivesse entre a espada e a cruz
Envolta de um jogo mortal
Onde todas intenções é ferrar comigo
E provocar pra saberem
Até onde meu equilíbrio aguenta
Pois saibam tentadores
Estou perdendo-me aos poucos
Deus,
Salve-me se puder, se quiser
E se ainda valia a pena
Ou deixe-me de vez
Ame ou me odeio
Mas não me despreze.

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