sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Bullying por Cliceli Antonia Kovalski


OLÁ... PARA PROFESSORES SOCIALIZAREM E PARA INFORMAR QUEM SE INTERESSA E NÃO SABE NADA SOBRE O ASSUNTO.
ESTE É UM PEDAÇO APENAS DE MEU PROJETO E MINHA MONOGRAFIA DA FACULDADE.
TRATA-SE DE UMA DAS PRIMEIRAS PESQUISAS REALIZADAS NA MINHA REGIÃO SOBRE BULLYING.

3. Problemas:


·        Como  adolescentes de ensino médio em escola pública percebem e se comportam mediante situação de bullying escolar?


8. Metodologia

8.1 Tipo de Pesquisa:
É uma pesquisa de cunho qualitativo e quantitativo que envolve pesquisa bibliográfica e pesquisa de campo. Trata-se de uma pesquisa fundamentalmente qualitativa  que conforme Minayo (1996),  implica considerar sujeito de estudo: gente em determinada condição social, pertencente a determinado grupo social ou classe com suas crenças, valores e significados. Implica também considerar que o objeto das ciências sociais é complexo, contraditório, inacabado, e em permanente transformação. 
A pesquisa qualitativa é uma pesquisa que gera hipóteses, identifica determinantes, define o problema. A pesquisa qualitativa não busca apenas enumerar ou medir os eventos estudados, mas sim envolve a obtenção dos dados descritivos sobre as pessoas a fim de compreender  e ampliar os estudos sobre o tema pesquisado.

SUMÁRIO


CONSIDERAÇÕES INICIAIS   

1 BULLYING: ORIGEM, CONCEITUAÇÃO, CARACTERIZAÇÃO E CAUSAS
1.1 Origem e breve histórico do bullying
1.2 Conceito de bullying
1.3Causas do bullying
1.4 Tipos de bullying
1.5 Casos de bullying no mundo e no Brasil

2 ADOLESCÊNCIA E BULLYING 
2.1 Adolescência
2.2 Quem são os agressores e as vítimas.
2.3 Consequências na adolescência e vida futura 


3 DESCRIÇÃO E ANÁLISE DE DADOS REFERENTES À PESQUISA DE CAMPO
3.1. Método
3.2 Conceituando bullying
Tipos de maus tratos 

7 CONSIDERAÇÕES FINAIS
8 REFERÊNCIAS

9 ANEXOS




CONSIDERAÇÕES FINAIS


            Ao final deste estudo, concluiu-se que os alunos pesquisados confundem indisciplina e brincadeira com bullying, apesar de saberem parcialmente e relatarem algumas consequências deste fenômeno. A visão que se tem é de que os agressores são diferentes, percebe-se nas respostas citadas que dizem: “pratica bullying porque é mau” “tem que fazer o mesmo com quem pratica”. Deve-se compreender que essa violência é algo que pode acontecer com qualquer um, mas que os agressores têm solução. Há necessidade de reeducação partindo da escola em conjunto com a família e até mesmo com a ajuda de outros profissionais. Ninguém é mau porque quer ser assim, para a maioria, faltam exemplos, modelos de seres humanos, seja em casa ou na escola. Há pessoas que não conseguiram criar canais para o desenvolvimento de sua ética e moral. O que se pode e deve-se fazer é ajudar tanto vítimas quanto agressores para que estes não continuem praticando o bullying, porque, apesar de começar na escola, uma vez não tratado, ele se espalhará no trabalho como mobbing, e em outros tantos meios sociais que transmitem violência e atitudes desonestas.
            A impunidade contribui para o aumento do bullying, não só nas escolas, mas em toda sociedade. A ausência de punição ou de programas de prevenção e reeducação incrementa esse tipo de violência cada vez mais. Se as escolas implementassem projetos escolares envolvendo esta temática em seu currículo, possivelmente haveria menos situações de bullying.
             Como educadores devemos guiar pais e alunos a uma reflexão crítica sobre os meios que podem influenciá-los e como lidar com as informações que recebem diariamente. Precisamos fornecer incentivos à integração e discussões coletivas que propiciem um mundo melhor para todos e que não conduzam ao individualismo; promover debates sobre o tema bullying para que todos possam ter o discernimento de como agir e lutar contra isso; fornecer ações que implementem campanhas informando os adolescentes sobre como proceder em casos de situações de bullying, tanto para vítimas quanto, principalmente, para os espectadores, pois são eles que podem denunciar ou defender a vítima desmotivando outros ataques. Os jovens só continuam praticando bullying porque as pessoas se calam ou porque aprovam seus atos.  Investir nessas pessoas significa reduzir o número de casos e de vítimas que podem reproduzir a violência sofrida o futuro. Segura que o público desaprova atitudes de maus tratos, a vítima certamente será mais forte para enfrentar a situação, certa de que não está sozinha.

OBS: LEMBRO QUE COPIAR PARTES DO TRABALHO É CRIME! PLÁGIO!

EDUCADORES INTERESSADOS A SABER MAIS... SOBRE OUTROS RELAÇÕES SOBRE O BULLYING, QUE ESCREVÍ NO SUMÁRIO CONTATE-ME E TEREI PRAZER EM AJUDAR.

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